Cordas e Cordas - Paidéia Escola de Música
Dias: 04 de Outubro
às 19h, no Teatro José Maria Santos.

Ingressos: R$6,00 (inteira), R$3,00 (meia-entrada e compra antecipada na
escola)
Postos de Venda: Bilheteria do Teatro,
Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e
Paidéia Escola de Música.Classificação: Livre
Das cordas das guitarras e contrabaixos às cordas vocais, o show "Cordas & cordas" inclui músicas instrumentais apresentadas pelos alunos de guitarra, contrabaixo e bateria, e também música vocal dos alunos de canto e do grupo Curitibôcas.
O repertório da parte instrumental inclui obras musicais de grandes guitarristas como Frank Gambale, Joe Satriani, Tony Macalpine, entre outros.
Já os alunos de canto, apresentarão alguns clássicos da MPB, como Djavan, Gilberto Gil, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, além de obras da nova geração da MPB, como Vanessa da Mata e Pedro Luís.
A banda é composta pelos alunos e professores da Paidéia, entre eles os guitarristas Pedro Gaiad, Samuel Strapasson, Pedro Bom Peixe, Érico Klein, João Andrigueto, Pedro Tonhozi e Kalil Curi, acompanhados Karine Kawamura (bateria) e Corine Iwamura (baixo).
Os alunos de canto serão acompanhados pelos professores Toni Antoniacomi (bateria), Jonas Cella (contrabaixo) e Edcea Godinho (piano). Entre os cantores os alunos Ricardo Morris, Bruna Luchesi e Sidney Basílio.
Para finalizar o espetáculo a participação mais do que especial do Vocal Curitibôcas apresentando parte do seu novo repertório: Saudade mata gente (Antonio Almeida e João de Barro), Marambaia (Henricão e Rubens Campos), Urubu Malandro (Louro e João de Barro) e Maria Boa (Assis Valente). O Vocal Curitibôcas é dirigido por Dirceu Saggin e André Dietrich (reg. auxiliar). A coordenação da banda dos alunos é do professor Elinton Lemes e os alunos de canto estão sob a coordenação da professora Edcea Godinho.
Vale a pena conferir!!
Desconto de 50% para portadores do
Cartão Teatro Guaíra.
II Simpósio Acadêmico de Violão EMBAP - Waltel Branco e amigos
Dias: 07 à 11 de Outubro
, às 20h30, no Teatro José Maria Santos.
Ingressos: Entrada Franca
Classificação: Livre
O simpósio acontecerá em vários locais. Maiores informações com: (Mário da Silva – 9901-7470), Josemar Vidal – 8415-6945 e Roberto Froes – 9674-7740.
Waltel Branco:
Nascido no dia do músico, dia 22 de novembro, de 1929, Waltel é um dos mais respeitados artistas brasileiros. Homenageado e premiado em todo mundo, é hoje considerado compositor, revolucionário da MPB, um dos criadores da Bossa Nova, precursor do Jazz-Samba, Acid-Jazz, Lounge e do Fusion. Fez trabalhos com Henry Mancini, Gilberto Gil, Nat King Cole, Elis Regina, João Gilberto, Quincy Jones, Dizzy Gillespie, João Donato e Baden Powel, entre outros.
Já lançou mais de 20 discos, cultuados pelas experimentações e virtuosismo. Trabalha com diversos estilos musicais. Foi arranjador musical das trilhas de novelas e vinhetas TV Globo.
De família de músicos, iniciou sua formação musical em Curitiba, aos 12 anos. Alguns anos mais tarde, no Seminário Franciscano, aprendeu a tocar órgão e harpa. Em 1949, um ano antes de ser ordenado padre, deixou o seminário e naquele mesmo ano seguiu para Cuba acompanhando a cantora Lia Ray como arranjador, diretor musical e violonista do conjunto. Em Cuba, teve a oportunidade de tocar com Perez Prado, Mongo Santamaria e Chico O’Farrel. Um ano depois, mudou-se para os Estados Unidos.
Em Nova York, apresentou-se várias vezes com Laurindo de Almeida; gravou com Franco Rosolino, Charles Mariano, Sam Noto, Mel Lewis e Max Bennet. Em 1960, participou do Newport Jazz Festival, com Bud Shank. De volta ao Brasil, estabeleceu-se no Rio de Janeiro no começo da década de 60.
Com uma carreira consagrada nos EUA, Waltel era sempre requisitado quando apareciam turnês com músicos internacionais. Assim, tocou ao lado de Dizzy Gillespie, Freddy Cole e rodou o país como violonista e arranjador de Johnny Mathis. Em Roma, apresentou-se com Dorival e Nana Caymmi, além de João Gilberto. Na Espanha, participou do Festival da OTIS acompanhando Maria Creuza e estudou técnica instrumental com um dos maiores violonistas do mundo, espanhol Andres Segovia, que lhe rendeu uma citação na Enciclopédia Delta Larousse (1973), como discípulo de Segovia, igualando-lhe ao mestre.
Comemoração dos 5 anos do grupo Dança Masculina Jair Moraes
Dias: 23 a 25 de Outubro
, às 21h, no Teatro José Maria Santos.
Ingressos: R$10,00
Postos de Venda: Bilheteria do Teatro e
Livrarias Curitiba (Shopping Estação).
Classificação: Livre
Mas as criações coreográficas não se fixam somente no clássico e contemporâneo, vai além, explora toda a versatilidade e o ritmo do brasileiro, intensificando a diversidade de sua cultura.
Hoje a Cia. de Dança Masculina Jair Moraes é uma companhia independente. Tem atuado em parceria com o Centro Cultural Teatro Guaíra, onde Jair Moraes é o maïtre da companhia principal. É um dos artistas mais conhecidos e consagrados do Balé Teatro Guaíra, do qual foi primeiro bailarino, durante longo período, e se apresentou em papéis importantes dos espetáculos da companhia, apresentados em diversas cidades brasileiras e no exterior; foi o idealizador da companhia. Ainda nos anos 80, a pedido de Carlos Trincheiras, então Diretor do Balé Teatro Guaíra, o bailarino já havia ministrado um “Curso de Formação Acelerada para Rapazes” para suprir as necessidades da companhia. Por solicitação da Escola de Dança Teatro Guaíra, Jair iniciou um trabalho com um grupo de rapazes. As atividades foram iniciadas em agosto de 2003, com doze integrantes, e no curto espaço de um mês o grupo já se apresentava em público. Inicialmente as atividades da dança masculina eram ligadas à Escola de Dança Teatro Guaíra. Posteriormente, por questões técnicas e problemas de localização da Escola, parte do grupo transferiu as atividades para o Teatro Guaíra. O trabalho, que prima pela qualidade técnica na formação, tem se desenvolvido a ponto de já existirem em algumas companhias ex-integrantes do grupo que são coreógrafos e ensaiadores.
Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra.
Balé Teatro Guaíra apresenta Atelier Coreográfico 2ª Edição
Dias: 30 de Outubro à 02 de Novembro, Quinta a sábado às 20h30, domingos às 18h, no Teatro José Maria Santos.
Ingressos: R$10,00 - Desconto de 50% para portadores do
Cartão Teatro Guaíra.
Postos de Venda: Bilheteria do Teatro,
Livrarias Curitiba (Shopping Estação) e
Internet.Classificação: Livre
Novas propostas coreográficas, opções diferentes do ponto de vista musical e concepções inéditas de cenários e figurinos são os elementos que compõem o
Atelier Coreográfico. De maneira semelhante ao que acontece no campo das artes plásticas – com seus salões periódicos, mostras de novos artistas e outros eventos semelhantes - diversas propostas coreográficas são apresentadas pelos bailarinos integrantes da companhia para compor um espetáculo que se constitui num mosaico dessas idéias. A atual edição apresenta nove novos trabalhos dos integrantes do Balé Teatro Guaíra.
Todas as funções necessárias à montagem dos trabalhos são exercidas também por bailarinos, que se transformam em cenógrafos, figurinistas, coreógrafos, diretores musicais, diretores de palco, produtores, divulgadores, projetistas gráficos e realizam outras tarefas necessárias ao desenvolvimento das produções, o que cria de maneira efetiva oportunidades do conhecimento de práticas diversas que não só as inerentes ao ato de dançar, permitindo-lhes assim a continuidade da carreira, mesmo após o encerramento das atividades como bailarino.
A introdução do
Atelier Coreográfico na programação anual do Balé Teatro Guaíra, se deu em 1980 com Carlos Trincheiras, então Diretor da companhia. Sua última edição ocorreu em 1998. A atual Diretora do Balé Teatro Guaíra, Carla Reinecke, resolveu retomar a idéia, diante dos resultados efetivos que a mesma apresentou nos períodos em que foi desenvolvida, haja vista o grupo significativo de bailarinos integrantes das formações anteriores do BTG que hoje exercem as mais diversas funções ligadas à dança, junto ao BTG, ao Guaíra 2 e à Escola de Dança do Teatro Guaíra, bem como a outras instituições.
A atual edição do
Atelier Coreográfico apresenta nove novos trabalhos criados e apresentados pelo corpo de bailarinos profissionais do BTG.
As Coreografias
KoitxagnaréKoitxagnaré na língua dos índios Suruís (Rondônia) quer dizer: " vou comer você".
Apreciando-se a virtude do outro através da carne, reconhecia-se a humanidade e o valor do inimigo; o devorado renascia em seu semelhante, caracterizando um “ritual antropofágico.”
Nessa montagem nos inspiramos em uma antropofagia simbólica para falarmos das várias formas que o se humano se devora, se consome, e a necessidade que isso acontece para que as cadeias alimentares ou ritos da existência humana sobrevivam.
“Tomai e comei, este é o meu corpo...”
Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Brasilian Vibe/ Kay/ Mawaca
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello e Marcio Pimentel
Elenco: Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Juliane Englhardt, Luciana Voloxki, Mari Paula,
Nina Monteiro, Patrícia Machado, André Neri, Carlos Matos, David Caldas, Diego Mejia,
Igor Vieira, Manuel Gomes e
Robson Schmoeller.
Petit Coeur Muito mais que seu punho.
Coreógrafo:
Robson SchmoellerMúsica: Love Affer Ennio Morricone
Figurino, cenário e iluminação:
Robson SchmoellerEnsaiador: Ian Mickiewicz
Elenco:
Robson Schmoeller.
PulseUm estudo sobre velocidade. Tentativa de tornar possível o que é rápido em lento e vice-versa. Vivemos um tempo na era da urgência onde tempo e velocidade são elementos fundamentais de nossa existência.
Coreógrafo:
Airton RodriguesMúsica: Jhonta Austin
Figurino, cenário e iluminação:
Airton RodriguesEnsaiador:
Daniel SiqueiraElenco:
Airton Rodrigues e Patrícia Machado.
Laura Power Conceição Uma discussão sobre a máscara, a identidade e o personagem situados num corpo. Um livre exercício bem humorado que mostra como as pressões da sociedade e da cultura engendra a identidade e os limites do indivíduo.
Coreógrafo:
Cláudio FontanMúsica: Colagem musical (Lúcio Alves e Cyro Monteiro)
Figurino: Soraya Felício e
Cláudio FontanCenário:
Cláudio FontanIluminação:
Daniel Siqueira e
Cláudio FontanEnsaiador:
Daniel SiqueiraElenco: Alex Cajé e Juliane Englhardt.
EurekaEureka é a oportunidade de saciar uma curiosidade pessoal em ver outros corpos interpretando movimentos que vem de estímulos naturais e espontâneos de um corpo original. São movimentos breves. clickis, insights, estalos, conjugando movimento e musica em uma mesma idéia: a descoberta.
Coreógrafo: Diego Mejia
Música: Colagem musical
Figurino e cenário: Diego Mejia
Elenco: Juliane Englhardt, Patrícia Machado,
Nina Monteiro e André Neri.
Entre 2A natureza humana, desde os primórdios da existência luta com a dualidade inerente a ela: agir pela razão ou pela emoção? Como viver afinal, entre a razão e a emoção, sem que nosso interior seja o grande palco de um duelo sentimental entre essas duas guerreiras da alma, que confudem nossos sentidos e brincam com o tempo, criam e matam esperanças, desafiam a felicidade, julgam, absovem e condenam tantos outros sentimentos? Entre dois divide-se a alma e cada parte corre num círculo eterno sem nunca se tocar, apenas vislumbrando a outra, tentando se fundir, se completar.
Coreógrafo:
Igor VieiraMúsica: Metamorphoses two Philipe Glass
Figurino e iluminação:
Igor VieiraElenco: Luciana Voloxki e Manuel Gomes.
Dois a dois Dançar - executar só ou em conjunto com uma ou mais pessoas uma sucessão rítmica de passos e movimentos do corpo comumente ao compasso de música.
Mover-se ligeira e rapidamente para cima e para baixo ou ao redor.
Saltar, saltitar, girar sobre uma superfície, sobre a água ou ar.
(Michaellis) Coreógrafo:
Jorge SchneiderMúsica: Time after time (Flying Pickets)
Figurino: criação coletiva
Iluminação:
Cleverson CavalheiroElenco: Soraya Felício,
Simone Bönisch,
Jorge Schneider e
Ricardo Garanhani.
VultoFração de algo que há um tempo consistente; material presente, agora apenas uma sensação. Um sentimento que perdura de um tempo passado, de algo que havíamos desejado.
Coreógrafo: Rodrigo Mello
Música: Drumming by Number
Figurino, cenário e iluminação: Rodrigo Mello
Elenco:
Eleonora Greca e Rodrigo Mello.
Um olhar para o desertoObra coreográfica embasada na técnica do Jazz Dance.
Coreógrafo:
Robson SchmoellerMúsica: Colagem musical
Figurino, cenário e iluminação :
Robson SchmoellerElenco: Daiane Camargo, Déborah Chibiaque, Luciana Voloxki,
Nina Monteiro,
Igor Vieira, Manuel Gomes e Eraldo Alves.